A Tilt Technologies, fundada por dois brasileiros nos Estados Unidos, quer disputar espaço com Amazon, Microsoft e Google no mercado bilionário de computação em nuvem — mas com uma estratégia totalmente diferente. Em vez de depender de enormes data centers, a startup aposta em computação distribuída, usando dispositivos ociosos como celulares, notebooks, TVs inteligentes, sensores IoT e até carros como pequenos servidores capazes de executar tarefas simples do dia a dia corporativo.
A proposta chamou atenção de investidores de peso. A Tilt levantou US$ 4 milhões em uma rodada pré-seed financiada por family offices das famílias Feffer (Suzano) e Vantini, além de nomes como Daniel McQoid, ex-CEO do Bank of America na América Latina, e Marcelo Helou da Fonseca. A empresa optou por não incluir fundos de venture capital para manter controle total do negócio.
O modelo da Tilt promete reduzir até 30% dos gastos com nuvem, acelerar o processamento de algumas tarefas e diminuir o impacto ambiental, já que aproveita equipamentos existentes e consome menos energia e água do que data centers tradicionais. A tecnologia foi desenvolvida por Heli Dourado, Júlio Max e dois engenheiros americanos.
Fundada em 2024, a Tilt já opera nos EUA, atende clientes como Hulu e Moon Capital, e iniciou operações no Brasil em 2024. A meta é ousada: gerar US$ 500 milhões em economias para clientes ainda este ano.
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